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08/05/2004 17:13
O ESTUPRO
Ser visto como um "monstro" pela sociedade não me causa mal algum, sou rotulado de diversas formas, entretanto as pessoas não fazem idéia de quem eu sou e o que se passa comigo. Não tenho o mínimo interesse de saber quem irá ler esse relato, sendo assim se me julgarem de qualquer modo, saibam: vocês não são os primeiros e nem serão os últimos a me odiarem, as opiniões adversas causam pouco ou nenhum impacto sobre minha atitudes e o meu modo de agir, sou autêntico ? claro que não, tem milhares de bêbados e vagabundos que fazem o mesmo por aí, qualquer mulher passando sozinha por alguma rua pouco movimentada vira matéria prima de barbáries, meu diferencial é que tenho consciência do que faço. As pessoas perdem o seu tempo querendo buscar na mente de um psicótico como eu, o porquê de tais atitudes, reviram o passado da pessoa ou "animal" como queiram e descobrem que o cara foi abusado na infância, foi agredido e agora se rebela contra o sistema de maneira agressiva. Confesso, não tive uma infância invejável, o porco do meu pai fazia o que queria comigo e com minha a mãe, a qual morreu a pedradas na frente de casa (ela estava de olho no vizinho, segundo meu pai), vendo por esse ângulo, os percalços de minha infância podem ter gerado o "ser" que hoje sou, mas quem não tem problemas na família ? os estupros que cometo não são um cano de escape e sim a essência da minha existência, eu gosto do que faço e não culpo ninguém por isso.
Ontem foi um dia bem comum, por volta da 1 hora fui até o matagal próximo à estrada de chão, prefiro esse local pois não há iluminação, o lugar tem fama de ser perigoso mas as pessoas insistem e passar por ali para "cortar caminho". Levei uma garrafa de whisky barato, quando a mesma estava quase na metade vi a menina se aproximando, acho que ela deveria ter uns 14 anos, eu adoro as mais novinhas pois são mais fracas e exigem pouco esforço. Descuidada que é, estava caminhando sozinha, estava calor e uma leve brisa pairava no ar, as folhas do matagal se sacudiam lentamente, me abaixei e aguardei, ela olhava a todo instante para os lados, parecia um pouco apreensiva "elas parecem pressentir" pensei comigo. Assim que ela passou, atravessei a rua bruscamente ao passo que ela levou um susto e começou a caminhar mais rápido, comecei a chamá-la e ela correu, rapidamente alcancei-a e chutei suas pernas, ela caiu de bruço esfolando as mãos no cascalho, dei um tapa na sua nuca e a puxei para dentro do mato por cerca de oito metros, até fugir de vista de qualquer moribundo que estivesse passando pelo local. Quando comecei a tirar sua roupa ela já não agüentava mais gritar, as lágrimas escorriam pelo seu rosto e aquilo me deixava eufórico, beijei ela diversas vezes e disse que a amava e que seria muito bom, ela era um vadia e iria gostar. Penetrei-a de maneira brusca e ela gritou de dor, logo pude ver o sangue em suas coxas, continuei com movimentos mais suaves enquanto seu corpo se debatia freneticamente, aquilo estava me irritando então lhe dei vários socos na face até acalmá-la, tirei sua camisa e belisquei seus mamilos com violência, sua expressão de pavor me alimentava, e assim foi por longos 20 minutos, ela olhava para o céu como se estivesse pedindo socorro, mas agora era tarde eu já tinha terminado, tinha sido muito bom. Geralmente esfaqueio ou sufoco as garotas para que eu seja o último homem delas, mas os olhos apavorados daquele menina me fizeram lembrar minha filha de mesma idade, portanto a deixei ali, com seu pavor, sua dor física e moral, todo aquele sangue nas pernas nuas, não sei de que maneira ela irá encarar a vida daqui para frente, se isso terá algum significado, talvez ela vire um pessoa desequilibrada, afinal, agora tem seus motivo. Quanto a mim posso afirmar que continuo levando minha vida pacata, quando sentir vontade farei tudo novamente, é muito bom sentir toda aquela adrenalina, toda a dor do mundo, minha vida seria um vazio sem isso, é a minha essência.
enviada por eder
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